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Murilo Huff fala sobre futuro na música: “Enquanto quiserem me escutar”

Murilo Huff, aos 30 anos, projeta uma carreira duradoura, priorizando a conexão com o público e o poder transformador da música.

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Redação RO em PautaCom base em informações de CNN Brasil
Murilo Huff fala sobre futuro na música: “Enquanto quiserem me escutar”
Foto: Reprodução

O cantor e compositor Murilo Huff, de 30 anos, revelou em entrevista recente à CNN Brasil suas aspirações para o futuro da carreira, destacando o desejo por longevidade e a profunda conexão com o público como pilares de sua jornada artística. Para o sertanejo, o sucesso é medido pela capacidade de emocionar e permanecer nos palcos enquanto houver receptividade dos fãs.

Longe de buscar premiações, que considera uma consequência natural de um trabalho bem executado, Huff enfatiza que sua maior gratificação reside no olhar de admiração e carinho dos espectadores. Conforme reportagem do CNN Brasil, ele descreve a música como uma ferramenta poderosa, capaz de levar alegria e conforto, transformando um simples encontro em camarim em um momento inesquecível para quem o admira. "O poder que a música tem ao redor dela é muito maior do que a gente pode imaginar", afirmou.

Antes de consolidar-se como um dos grandes nomes da música sertaneja nos palcos, Murilo Huff construiu uma sólida carreira como compositor, com mais de 500 obras registradas no Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). Seu talento se manifestou em sucessos gravados por ele, como "Me Caiu Tão Bem" (com Gustavo Mioto), e por outros artistas renomados, incluindo "Zé da Recaída" (Gusttavo Lima), "Bem Pior Que Eu" e "Transplante" (ambas eternizadas por Marília Mendonça), além de "Respeita a Polícia", de Welington & Nillo e Diego & Victor Hugo.

Com a ascensão nos palcos e a intensa agenda de shows, a rotina de composição, antes diária e focada, precisou se adaptar. O artista confidenciou que, embora o tempo dedicado à escrita tenha diminuído, a paixão por criar letras e melodias permanece inabalável. Para Huff, compor é um processo essencial de reflexão e uma forma de expressar sentimentos, algo que ele garante que nunca abandonará, independentemente do ritmo acelerado da vida artística.