O meio-campista paraguaio Damián Bobadilla, atleta do São Paulo, entra em campo neste sábado (4) no Estádio da Filadélfia, nos Estados Unidos, para um desafio monumental na Copa do Mundo: enfrentar a poderosa seleção da França. Sua jornada é impulsionada não apenas pela ambição de fazer história, mas também pela marcante trajetória de seu pai, Aldo Bobadilla, no cenário mundial do futebol.
Aldo Bobadilla, um ex-goleiro com passagem pelo Corinthians na mesma temporada, foi peça fundamental na campanha mais vitoriosa do Paraguai em Mundiais. Em 2010, na África do Sul, embora reserva, ele integrou o elenco que levou a seleção alvirrubra às quartas de final, um feito inédito para o país.
A memorável trajetória daquela equipe incluiu empates com Nova Zelândia e Itália, além de uma vitória sobre a Eslováquia na fase de grupos. Nas oitavas de final, a classificação veio em uma emocionante disputa de pênaltis contra o Japão, antes de serem eliminados pela Espanha, que viria a ser a campeã do torneio.
Agora, Damián Bobadilla assume o protagonismo com a camisa paraguaia, buscando emular o sucesso paterno. A tarefa é das mais árduas, pois o adversário é a França, apontada como principal favorita ao título. Contudo, a equipe comandada por Gustavo Alfaro já provou sua capacidade de superar gigantes, tendo eliminado a Alemanha na fase anterior de mata-mata desta edição da Copa.
A presença de Bobadilla no meio-campo não é a única conexão da seleção paraguaia com o futebol brasileiro. Conforme reportagem do CNN Brasil, o elenco conta com diversos nomes conhecidos por torcedores do país, incluindo o zagueiro Gustavo Gómez, o meio-campista Maurício e o atacante Rámon Sosa, todos do Palmeiras. Somam-se a eles Fabián Balbuena (Grêmio), Junior Alonso (Atlético-MG) e Isidro Pitta (Bragantino), além de ex-jogadores do cenário nacional como Matías Galarza (Vasco) e Gustavo Caballero (Santos), reforçando os laços entre o futebol do Paraguai e o Brasil.



